Negociação suplementar<br>na Administração Pública
Os representantes dos trabalhadores da Administração Pública decidiram anteontem entregar ao Governo um pedido de negociação suplementar dos salários para 2006.
Paulo Trindade, coordenador da Frente Comum de Sindicatos, disse à agência Lusa que a acção pretende contestar o comportamento negocial do Governo e também os valores da actualização salarial. O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e a Fesap/UGT revelaram ter igualmente pedido a negociação suplementar.
Na primeira reunião, o ministro das Finanças apresentou-se sem qualquer proposta, limitando-se a perguntar às estruturas sindicais se estavam disponíveis para alterar as suas propostas, tendo em conta o conteúdo do Orçamento de Estado para 2006. Na segunda, Teixeira dos Santos anunciou uma proposta de 1,5 por cento e deu por encerradas as negociações.
Também anteontem, a Frente Comum enviou uma carta ao Presidente da República, a pedir a sua intervenção nesta situação, e anunciou que vai formular uma queixa junto da Organização Internacional do Trabalho.
Após o pedido de negociação suplementar, o Governo tem 15 dias para agendar uma nova reunião com as estruturas sindicais.
Paulo Trindade, coordenador da Frente Comum de Sindicatos, disse à agência Lusa que a acção pretende contestar o comportamento negocial do Governo e também os valores da actualização salarial. O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e a Fesap/UGT revelaram ter igualmente pedido a negociação suplementar.
Na primeira reunião, o ministro das Finanças apresentou-se sem qualquer proposta, limitando-se a perguntar às estruturas sindicais se estavam disponíveis para alterar as suas propostas, tendo em conta o conteúdo do Orçamento de Estado para 2006. Na segunda, Teixeira dos Santos anunciou uma proposta de 1,5 por cento e deu por encerradas as negociações.
Também anteontem, a Frente Comum enviou uma carta ao Presidente da República, a pedir a sua intervenção nesta situação, e anunciou que vai formular uma queixa junto da Organização Internacional do Trabalho.
Após o pedido de negociação suplementar, o Governo tem 15 dias para agendar uma nova reunião com as estruturas sindicais.